Encerramento do Mapeamento Participativo
A Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), anunciou que o Mapeamento Participativo de Pescadores Artesanais e Comunidades Ribeirinhas chega ao fim na próxima segunda-feira, 5. Até essa data, o formulário on-line estará acessível para que novas respostas sejam recebidas, permitindo a participação de mais indivíduos do segmento.
Após o encerramento da coleta, a secretaria começará a organizar e analisar os dados coletados. As informações serão sistematizadas em uma Nota Técnica, que apresentará um panorama sobre as comunidades mapeadas em Palmas, ajudando a orientar a atuação de diversos órgãos e entidades em relação a essas populações.
Resultados e organização dos dados
A divulgação dos resultados do mapeamento está prevista para o dia 19 de outubro, às 14h, no auditório do Núcleo de Atendimento Integrado de Palmas (NAI). Durante este evento, representantes das comunidades mapeadas e de outros órgãos públicos terão a oportunidade de conhecer os dados coletados e a Nota Técnica elaborada a partir das informações reunidas.

O objetivo do Mapeamento Participativo de Pescadores Artesanais e comunidades ribeirinhas é reunir informações detalhadas que possibilitem uma melhor compreensão das necessidades e características desses grupos, contribuindo assim para uma gestão pública mais eficaz e inclusiva.
Dia D de coleta de informações
No dia 25 de setembro, a Seirdh promoveu o Dia D do mapeamento, realizando atendimentos presenciais na Feira da 304 Sul, na Colônia de Pescadores Z-10 e na Vila dos Pescadores, localizada no Jardim Taquari. Este evento contou com a participação da Associação dos Pescadores Profissionais do Estado do Tocantins (Appet) e visou incentivar a coleta de dados por meio de um contato direto com os pescadores e suas comunidades.
Parcerias e mobilização na coleta
A Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial e Direitos Humanos destacou a importância das parcerias firmadas para a realização do mapeamento. A iniciativa contou com o apoio do Instituto Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais do Tocantins (Ines-PCTs) e da Rede de Povos e Comunidades Tradicionais (Rede de PCTs), o que ajudou a mobilizar e qualificar as informações coletadas.
Segundo o secretário Joelson Soares, as colaborações realizadas durante o mapeamento foram essenciais para garantir que os dados representassem fielmente a realidade das populações envolvidas. Ele afirmou que o levantamento servirá como um ponto de partida para que a gestão municipal desenvolva políticas mais efetivas e direcionadas a essas comunidades.”


